Organizada por Marcus Faustini, a coleção Cabeças da Periferia revela, através de entrevistas, o universo e as ideias de artistas-ativistas, e como seus projetos e ações reinventam os territórios. Em Rene Silva: ativismo digital e ação comunitária, somos apresentados a este jovem comunicador, a mente perspicaz por trás do Voz das Comunidades, um veículo de comunicação horizontal comunitária que hoje atua em várias comunidades cariocas...
Em uma madrugada, A. é surpreendida por um telefonema de um homem desconhecido, que avisa: um pacote será enviado para o seu endereço. Em três dias, ela recebe os manuscritos do diário de Mércia Albuquerque, advogada pernambucana que defendeu centenas de presos políticos durante a ditadura civil-militar brasileira.
Mato Cheio é inspirado nas histórias dos escravizados que fugiam pelas linhas férreas em direção ao mar, cruzando a Casa do Sítio da Ressaca – quilombo de passagem do começo do século XIX – até chegar aos quilombos da cidade de Santos, no litoral sul de São Paulo. Gasta-Botas, Salgada e Ninguém de Oliveira Neta dividem o mesmo corpo-imagético. Uma personagem, vista de três perspectivas...
Um menino negro, nascido e criado em Guaianases, zona leste de São Paulo, vai à padaria a pedido da mãe, no primeiro dia do ano, e leva um “enquadro” de um policial. A partir daí, começa uma saga pela sobrevivência, e o protagonista sai numa maratona pelo mundo, passando por países da América Latina e da África. Pelo caminho, ele encontra vários personagens – arquétipos...
Conto ou novela? Realismo ou alegoria? Razão ou insensatez? Em O alienista, de Machado de Assis, obra-prima da prosa brasileira, um médico estudioso do juízo humano inaugura um hospício em Itaguaí, a infame Casa Verde, “bastilha da razão humana”. Após internar compulsoriamente quase todos os cidadãos da pacata cidade, o médico decide, por fim, liberá-los e internar-se a si mesmo. Publicado originalmente em 1882, o...
Silenciando o passado: Poder e a produção da história é uma obra essencial do intelectual haitiano Michel-Rolph Trouillot e um livro pioneiro para uma geração de pesquisadores e historiadores. Partindo de episódios históricos, como a Batalha do Álamo, o Holocausto, a escravidão nas Américas e, sobretudo, a Revolução Haitiana, o autor discorre de forma inédita sobre o poder que opera no fazer e no registro...
MACACOS: Monólogo em 9 episódios e 1 ato, de Clayton Nascimento, aborda, a partir de episódios de racismo, nos quais a palavra “macaco” é usada como forma de denúncia do racismo estrutural na sociedade brasileira, o preconceito contra os povos pretos a partir do relato de um homem que busca respostas para o racismo que rodeia seu cotidiano e a história de sua comunidade.
“Ouço ‘Refavela’ agora e penso que muitos caminhos apontados por Gil nos anos 1970 se mantêm em aberto. As relações contemporâneas entre Brasil e África permanecem pouco exploradas, a cultura da juventude negra carioca continua sendo criminalizada, o precário ainda articula processos artísticos dos dois lados do Atlântico”
De pé no chão é um disco fundamental para a história da música brasileira, a certidão de nascimento do movimento que ficou conhecido como pagode carioca. O samba, surgido no início do século XX com os bambas do Estácio, sofreu uma marcante transformação quando, em 1978, Beth Carvalho trouxe do subúrbio um suingue diferente para embalar seu décimo primeiro álbum.
Ler essa biogra a é um convite a viajar no tempo. No tempo da nossa memória afetiva mais íntima e da memória do registro coletivo que o autor coletou tão bem. Dá para imaginar e ter certeza. Porque Marcos Salles nos revela histórias incríveis sobre os componentes do grupo, sobre as músicas e a casa do Fundo de Quintal, sobre os encontros presenciados por ele...
A coletânea Dos Letramentos: Escravidão, escolas e professores no Brasil Oitocentista reúne pesquisas recentes de um grupo de pesquisadores do projeto “Escrita, escolarização, cor e letrados no Brasil da escravidão e da pós-emancipação (1860-1908) – as experiências de escravizados, libertandos, libertos e seus descendentes”, Edital Universal do CNPq. Na perspectiva dos debates contemporâneos sobre ensino de história (lei 10.639, sobre o ensino de História da...
Sonia Gomes – Assombrar o mundo com beleza apresenta uma seleção de obras, produzidas nos últimos 25 anos, pela artista mineira Sonia Gomes, um dos principais nomes da arte contemporânea brasileira. A partir da elaboração de tecidos, a “poesia plástica” de Sonia Gomes, como a própria artista denomina a sua criação, se relaciona com temas como identidade, memória e temporalidade.
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