Esse é um livro escrito pela Mãe Flavia Pinto de hoje, onze anos depois de seu primeiro livro. Uma matriarca que compreende seu papel social como sacerdotisa, como socióloga e como, acima de tudo, líder de um quilombo urbano. Ciente das vulnerabilidades das religiões afro-brasileiras – que não possuem um órgão federativo qualificado que lhe ofereça, no mínimo, base para uma formação histórica, filosófica, teológica,...
O Racismo Nosso de Cada Dia – Crônicas foi escrito em 2020, em meio ao nascimento e crescimento da primeira filha do autor e à crise sanitária mundial a Covid -19. As crônicas se desenham como possibilidade de se pensar sobre as vicissitudes do existir e de se figurar, ainda que pela palavra literária, traços de outro estranho e possíveis para as crianças negras brasileiras....
“Edimilson de Almeida Pereira nasceu em Juiz de Fora em 1963, um ano antes do início do período ditatorial brasileiro (…) A estrutura do Caderno de retorno nos permite observar, no começo do poema, a referência à pele, que se desenvolve no decorrer das primeiras estrofes. Embora não se trate de uma estrofe como “Au bout du petit matin”, o elemento pele é visto no decorrer do texto e no final, num movimento circular que, ao se repetir, vai agregando significados, como a pedra no poema “No meio do caminho”, de Carlos Drummond de Andrade. Normalmente vista como forma de identificação, de pertencimento do sujeito a um determinado grupo, geralmente classificável como branco, negro, indígena ou oriental, essa forma de identificação tem seu significado expandido no texto poético” Daviane Moreira e SilvaEditora: Ogums ToquesIdioma: Português
A Religiosidade no Conto Moçambicano – Teoria, História e Crítica, de Alberto José Mathe, é uma obra que analisa a narrativa moçambicana produzida no período pós-independência. Nesse trabalho, o autor soube reinventar um debate que revitaliza a literatura e cultura moçambicanas, fugindo, para isso, das generalizações apaixonadamente periféricas de natureza (trans)étnica, (trans)local e (trans)nacional. Podemos afirmar que a religiosidade e o conto configuram um...
“A esperança é a apólice do pobre.” A frase, presente no conto Terpsícore, de Machado de Assis, dá pistas do que o leitor encontra nesse breve e potente texto que circulou à época em jornal, no suplemento literário, mas ficou esquecido por longo período.
O Livro dos Tecidos Africanos é uma obra afrocentrada que apresenta os tecidos africanos como arquivos vivos de memória, linguagem, tecnologia, ciência, arte, espiritualidade, identidade e soberania. A obra reúne 15 tradições têxteis africanas: Capulana, Samakaka, Kente, Khanga, Faso Dan Fani, Bogolan, Shweshwe, Toghu, Kuba, Ndebele, Maasai Shuka, Lamba, Aso Oke, Manjak e Mogagolwane, atravessando histórias, povos, territórios, técnicas, usos sociais, ritos, disputas, imagens e...
Em 2025, Beatriz Nascimento, se viva, comemoraria 83 anos, no dia 12 de julho. No entanto, o machismo, o racismo e a misoginia abreviaram a vida dessa importante ativista que foi brutalmente assassinada aos 53 anos. Em 2007, o geógrafo e ativista Alex Ratts publicou a biografia Eu Sou Atlântica, livro que estava esgotado por 18 anos. Em 2025, retorna ao público com uma edição...
Esta edição especial, que celebra a trajetória literária do autor, reúne todos os contos já publicados e apresenta também textos inéditos ao público. Fábio Mandingo tem se consolidado como uma das vozes mais autênticas da literatura baiana contemporânea. Imperdível!
Este livro não é apenas o resultado de um prêmio literário – O 2o Prêmio Abolicionista Maria Firmina dos Reis (2023) – destinado a mulheres encarceradas. Este livro não é apenas a materialização de textos narrativos (testemunhos?) escritos por nossas irmãs sob a tortura (desculpa, “tutela”) do Estado Brasileiro. Este livro não é apenas o patuá precioso de uma aliança secular – subterrânea e invisível...
Meu nome é Luíza Mahim, Esse nome não está sendo inaugurado por mim. A mamãe me contou que ele pertenceu a uma mulher negra muito guerreira, da nação Jejê – Nagô, que lutou contra a escravidão no Brasil.
“CHICA É AMOR, e o amor transborda dela através do seu credo, que ela divide com a generosidade das almas que receberam o sagrado dom da esperança. E, como ela mesma afirma, em seu depoimento, que amor é religião e vice-versa, ela toda é uma afirmação do mistério, uma chama que arde calma, atraindo para seu halo as mariposas que amam e buscam a luz.”
Usamos cookies em nosso site para fornecer a experiência mais relevante, lembrando suas preferências e visitas repetidas. Ao clicar em “Aceitar todos”, você concorda com o uso de TODOS os cookies. Leia as nossas políticas
Este site usa cookies para melhorar a sua experiência enquanto navega pelo site. Destes, os cookies que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador, pois são essenciais para o funcionamento das funcionalidades básicas do site. Também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa este site. Esses cookies serão armazenados em seu navegador apenas com o seu consentimento. Você também tem a opção de cancelar esses cookies. Porém, a desativação de alguns desses cookies pode afetar sua experiência de navegação.
Cookies necessários são absolutamente essenciais para o funcionamento adequado do site. Esses cookies garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site, de forma anônima.