Uma escuridão bonita fala da beleza desses encontros. Um casal de jovens aproveita a falta de luz em sua cidade para trocar algumas palavras sobre suas vidas e, assim, se descobrem aos poucos. Uma história escrita pelo premiado escritor angolano Ondjaki sobre as coisas não ditas, mas que acabam por preencher os jovens corações sem medo da ausência de luz.
O primeiro livro da Coleção Juristas Negras, A justiça é uma mulher negra já traz em seu próprio título um caráter disruptivo. Confrontar a branquitude e a epistemologia ocidental estabelecida no universo jurídico é um ato que, por si só, confere identidade singular à criação das autoras, Lívia Sant’Anna Vaz e Chiara Ramos. Trata-se de uma obra multidisciplinar que coloca em diálogo o Direito, a...
O Racismo Nosso de Cada Dia – Crônicas foi escrito em 2020, em meio ao nascimento e crescimento da primeira filha do autor e à crise sanitária mundial a Covid -19. As crônicas se desenham como possibilidade de se pensar sobre as vicissitudes do existir e de se figurar, ainda que pela palavra literária, traços de outro estranho e possíveis para as crianças negras brasileiras....
Com a presença de animais pertencentes à fauna brasileira e o tradicional personagem da cultura popular “O Caipora”, o conto O Macaco e a Onça é um convite a mergulhar em uma aventura afrofantástica. Uma narrativa regada de afeto, astúcia, empatia e respeito!
Oralidades Afroparanaenses: fragmentos da presença negra na história do Paraná, que narra em linguagem poética e acessível diversos fragmentos da presença negra na história do Paraná. As comunidades negras e personalidades afroparanaenses marcantes de Curitiba, Paranaguá, Castro, Quatro Barras, Palmas, Turvo e Lapa são apresentados ao leitor do ponto de vista afrodescendente, a partir de seus valores e modos de viver.
“Edimilson de Almeida Pereira nasceu em Juiz de Fora em 1963, um ano antes do início do período ditatorial brasileiro (…) A estrutura do Caderno de retorno nos permite observar, no começo do poema, a referência à pele, que se desenvolve no decorrer das primeiras estrofes. Embora não se trate de uma estrofe como “Au bout du petit matin”, o elemento pele é visto no decorrer do texto e no final, num movimento circular que, ao se repetir, vai agregando significados, como a pedra no poema “No meio do caminho”, de Carlos Drummond de Andrade. Normalmente vista como forma de identificação, de pertencimento do sujeito a um determinado grupo, geralmente classificável como branco, negro, indígena ou oriental, essa forma de identificação tem seu significado expandido no texto poético” Daviane Moreira e SilvaEditora: Ogums ToquesIdioma: Português
A Religiosidade no Conto Moçambicano – Teoria, História e Crítica, de Alberto José Mathe, é uma obra que analisa a narrativa moçambicana produzida no período pós-independência. Nesse trabalho, o autor soube reinventar um debate que revitaliza a literatura e cultura moçambicanas, fugindo, para isso, das generalizações apaixonadamente periféricas de natureza (trans)étnica, (trans)local e (trans)nacional. Podemos afirmar que a religiosidade e o conto configuram um...
Expõe-se como a literatura, a partir da experiência humana, foi utilizada pela autora Vera Duarte, como suporte no percurso de construção do espaço público na escrita da protagonista de A candidata (2012), a fim de viabilizar a emancipação desta personagem, que se tornou a primeira mulher candidata à Presidência de seu país, Cabo Verde. Assim, faz-se necessário compreender a discussão da trajetória política de gênero...
Esta edição especial, que celebra a trajetória literária do autor, reúne todos os contos já publicados e apresenta também textos inéditos ao público. Fábio Mandingo tem se consolidado como uma das vozes mais autênticas da literatura baiana contemporânea. Imperdível!
Meu nome é Luíza Mahim, Esse nome não está sendo inaugurado por mim. A mamãe me contou que ele pertenceu a uma mulher negra muito guerreira, da nação Jejê – Nagô, que lutou contra a escravidão no Brasil.
Este livro Diálogos Contemporâneos sobre homens negros e masculinidades provavelmente seja um dos mais instigantes do “gênero negro masculino”. A dupla organizadora tem quilometragem de estrada sobre relações raciais e gênero masculino. Henrique Restier e Rolf de Souza conseguiram montar um time de primeira, o plantel foi habilidoso para fazer um dos debates mais difíceis da sociedade brasileira: o lugar do homem negro.
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