Apresenta uma aventura da Fada Noite no Reino Encantado, conhecido pelos humanos como Parque Nacional da Chapada Diamantina, uma aventura cheia de ensinamentos sobre diversidades.
“Ori” narra a busca de Beatriz Nascimento por seu corpo, sua imagem, seu território, seu quilombo. É a procura autorreferenciada, a libertação dos estigmas e da negrura no sentido fanoniano. O livro, organizado pelo professor, doutor Wagner Vinhas apresenta o roteiro do documentário que leva o mesmo nome dirigido por Raquel Gerber com textos e narração da saudosa historiadora, intelectual do movimento negro brasileiro, Maria...
Esse é um livro escrito pela Mãe Flavia Pinto de hoje, onze anos depois de seu primeiro livro. Uma matriarca que compreende seu papel social como sacerdotisa, como socióloga e como, acima de tudo, líder de um quilombo urbano. Ciente das vulnerabilidades das religiões afro-brasileiras – que não possuem um órgão federativo qualificado que lhe ofereça, no mínimo, base para uma formação histórica, filosófica, teológica,...
O Racismo Nosso de Cada Dia – Crônicas foi escrito em 2020, em meio ao nascimento e crescimento da primeira filha do autor e à crise sanitária mundial a Covid -19. As crônicas se desenham como possibilidade de se pensar sobre as vicissitudes do existir e de se figurar, ainda que pela palavra literária, traços de outro estranho e possíveis para as crianças negras brasileiras....
Oralidades Afroparanaenses: fragmentos da presença negra na história do Paraná, que narra em linguagem poética e acessível diversos fragmentos da presença negra na história do Paraná. As comunidades negras e personalidades afroparanaenses marcantes de Curitiba, Paranaguá, Castro, Quatro Barras, Palmas, Turvo e Lapa são apresentados ao leitor do ponto de vista afrodescendente, a partir de seus valores e modos de viver.
“Edimilson de Almeida Pereira nasceu em Juiz de Fora em 1963, um ano antes do início do período ditatorial brasileiro (…) A estrutura do Caderno de retorno nos permite observar, no começo do poema, a referência à pele, que se desenvolve no decorrer das primeiras estrofes. Embora não se trate de uma estrofe como “Au bout du petit matin”, o elemento pele é visto no decorrer do texto e no final, num movimento circular que, ao se repetir, vai agregando significados, como a pedra no poema “No meio do caminho”, de Carlos Drummond de Andrade. Normalmente vista como forma de identificação, de pertencimento do sujeito a um determinado grupo, geralmente classificável como branco, negro, indígena ou oriental, essa forma de identificação tem seu significado expandido no texto poético” Daviane Moreira e SilvaEditora: Ogums ToquesIdioma: Português
Permeados por um clima de sagrado respeito pela ancestralidade, além de uma suave e irreverente negritude feminina, os versos livres da poeta estreante desnudam uma intimidade com o texto, amadurecida ao fogo da paixão pelos livros, pelo trabalho sistemático com a palavra falada e escrita, parte importante das atividades dessa escritora paulista.
As Tranças de Minha Mãe – Ana Fátima A narrativa poética do protagonista Akin nos leva a acarinhar o ambiente e as pessoas que nos alimenta de amor, positividade e criatividade. A partir dos símbolos apontados pela relação do menino e sua mãe Najuma, contemplamos a africanidade do nosso dia a dia e as identidades que promovemos.
A Religiosidade no Conto Moçambicano – Teoria, História e Crítica, de Alberto José Mathe, é uma obra que analisa a narrativa moçambicana produzida no período pós-independência. Nesse trabalho, o autor soube reinventar um debate que revitaliza a literatura e cultura moçambicanas, fugindo, para isso, das generalizações apaixonadamente periféricas de natureza (trans)étnica, (trans)local e (trans)nacional. Podemos afirmar que a religiosidade e o conto configuram um...
Expõe-se como a literatura, a partir da experiência humana, foi utilizada pela autora Vera Duarte, como suporte no percurso de construção do espaço público na escrita da protagonista de A candidata (2012), a fim de viabilizar a emancipação desta personagem, que se tornou a primeira mulher candidata à Presidência de seu país, Cabo Verde. Assim, faz-se necessário compreender a discussão da trajetória política de gênero...
Em 2025, Beatriz Nascimento, se viva, comemoraria 83 anos, no dia 12 de julho. No entanto, o machismo, o racismo e a misoginia abreviaram a vida dessa importante ativista que foi brutalmente assassinada aos 53 anos. Em 2007, o geógrafo e ativista Alex Ratts publicou a biografia Eu Sou Atlântica, livro que estava esgotado por 18 anos. Em 2025, retorna ao público com uma edição...
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