O livro africano sem título — Cosmologia dos Bantu-Kongo, do congolês Bunseki Fu-Kiau, um dos mais importantes acadêmicos e pesquisadores da cultura africana, condensa os princípios da cosmologia dos Bantu-Kongo, grupo étnico situado nas margens do Oceano Atlântico na África Ocidental. Com o amparo de figuras e diagramas, Fu-Kiau apresenta os ensinamentos, princípios, provérbios e a concepção de mundo que constituem esse sistema de pensamento,...
Esse é um livro escrito pela Mãe Flavia Pinto de hoje, onze anos depois de seu primeiro livro. Uma matriarca que compreende seu papel social como sacerdotisa, como socióloga e como, acima de tudo, líder de um quilombo urbano. Ciente das vulnerabilidades das religiões afro-brasileiras – que não possuem um órgão federativo qualificado que lhe ofereça, no mínimo, base para uma formação histórica, filosófica, teológica,...
O livro Seleta de Acervo – Memorial Mãe Menininha do Gantois, idealizado por Carmem Oliveira da Silva e organizado por Raul Lody, é composto por cerca de 170 fotografias de ferramentas, indumentárias, adjás, abebés, fios de conta, leques, além de objetos pessoais da mãe de santo, registradas por Claudiomar Gonçalves no Memorial Mãe Menininha. Esta obra visa assegurar o registro e a preservação dos bens...
Félix AyohOMIDIRE é professor Titular de línguas, culturas e literaturas franco-luso-afro-brasileiras na Obafemi Awolowo University, Ile-Ife, Nigéria e professor de estudos literários, étinicos e culturais afro-laatino-americanas com ênfase na diasporização da cosmogonia yorubana nos países da América Latina e do Caribe. Aldaíce Damasceno Rocha (Olùkò Àsàbì Èdù) é educadora e pesquisadora, doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Literatura e Cultura da UFBA - PPGLitCult/UFBA. Nascida em Salvador, é docente na rede estadual de ensino da Bahia e na Prefeitura Municipal de Salvador. Adinelson Farias de Souza Filho (Olùkò Àkànbì Ode) é Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Literatura e Cultura (ILUFBA); membro do grupo de Pesquisa Yorubantu: epistemologias Yorùbà e Bantu nos estudos literários, linguísticos e culturais (UFBA); especialista em História Social e Cultural Afro-brasileira e Indígena (Fundação Visconde de Cairú) e pedagogo (Faced - UFBA).Editora: Segundo seloAno: 2021Idioma: PortuguêsDimensões :xxx Descrição: xxx Pag
Pandemia. Palavra esta que, infelizmente, se tornou viral em 2020 e permite antever muitas das mazelas ocorridas e ainda por acontecer advindas da COVID-19. Neste cenário desolador, onde reinam doenças, mortes, desesperos e caos vários, qual seria e como seria o papel do Candomblé? Márcio de Jagun, babalorixá e ao mesmo tempo pesquisador, apresenta neste livro uma investigação sócio-histórica e também filosófica sobre questões de alta monta e norteadoras, não somente para os adeptos, mas para aqueles e aquelas que frequentam, chamados clientes, e em última instância a todos e todas que em seus destinos cruzaram com o Candomblé.Onde estão os deuses e deusas neste momento? Por que permitiram que fôssemos acometidos por tal agrura? De portas fechadas, que contato podem ter os fiéis, os adeptos, com suas divindades? De que forma o Candomblé lida com as crises inacabadas, como o racismo, a homofobia, a xenofobia, e quais contribuições pode oferecer à sociedade? Como é possível encontrar no Candomblé explicações para a doença eesperança no porvir? Márcio de Jagun dá essas e outras respostas, além de propiciar mais reflexões, com descrever a história do Candomblé, que é de resistência e já atravessou outras pandemias, e apontar caminhos para essa religião afro-brasileira face ao contexto pandêmico. Afinal, a crise é do Candomblé ou do ser humano? É o que se verá em Candomblé em tempos de crise: pensando a religião antes, durante e após a pandemia.Editora: Arché EditoraAno: 2019Idioma: PortuguêsISBN: 978-6599066917Dimensões : 1 x 16 x 23 cmDescrição: 296 páginas - brochura
Permeados por um clima de sagrado respeito pela ancestralidade, além de uma suave e irreverente negritude feminina, os versos livres da poeta estreante desnudam uma intimidade com o texto, amadurecida ao fogo da paixão pelos livros, pelo trabalho sistemático com a palavra falada e escrita, parte importante das atividades dessa escritora paulista.
Em pleno governo Bolsonaro, a revista da Boitempo lança um número especial dedicado a enfrentar as articulações e tensões produtivas entre marxismo e lutas LGBT, para além da querela da ‘cortina de fumaça’.
Publicado originalmente em 1999 em forma de poema rimado e ilustrado, esta delicada obra chega ao país pelo selo Boitatá, apresentando às meninas brasileiras diferentes penteados e cortes de cabelo de forma positiva, alegre e elogiosa. Um livro para ser lido em voz alta, indicado para crianças a partir de três anos de idade – e também mães, irmãs, tias e avós – se orgulharem...
Fazendo uso de variados recursos: uma rica visão poética emotiva e a tematização sentimental, social, familiar e religiosa; com coragem, experiência, estilo bem definido e uso de intertextualidades, são enunciadas pela autora a pobreza, a fome, a dor e “a enganosa-esperança de laçar o tempo”; assim como há espaço para a paixão, o amor e o desejo.
Ogum é visto, por um lado, como um orixá guerreiro, sanguinário, cruel, instável, dominador e impaciente. Por outro, é aquele que abre os caminhos, mostra novas oportunidades, propicia a força necessária nas disputas e dificuldades do dia a dia. É aquele que nos dá os instrumentos materiais necessários à nossa sobrevivência, que garante a nossa segurança e vence por nós as nossas guerras. Ogum é...
A história da África é muito maior do que aquilo que foi ensinado por anos. Este livro pretende explorar algumas dessas histórias, dando especial atenção para as sociedades africanas que estiveram diretamente relacionadas à história do Brasil. Porque conhecer um pouco melhor o continente africano é uma forma de entendermos melhor o mundo e a nós mesmos.
Ler e Aprender traz atividades para toda a família. Mais do que apresentar o continente africano com suas singularidades, os livros valorizam as culturas africana e afro-brasileira tratando de assuntos como tolerância e respeito. Para os pequenos, as atividades trazem a força e a beleza dos animais da savana africana enquanto as crianças aprendem os números e as letras, exercitam a coordenação motora e conhecem...
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