Este livro Diálogos Contemporâneos sobre homens negros e masculinidades provavelmente seja um dos mais instigantes do “gênero negro masculino”. A dupla organizadora tem quilometragem de estrada sobre relações raciais e gênero masculino. Henrique Restier e Rolf de Souza conseguiram montar um time de primeira, o plantel foi habilidoso para fazer um dos debates mais difíceis da sociedade brasileira: o lugar do homem negro.
O livro africano sem título — Cosmologia dos Bantu-Kongo, do congolês Bunseki Fu-Kiau, um dos mais importantes acadêmicos e pesquisadores da cultura africana, condensa os princípios da cosmologia dos Bantu-Kongo, grupo étnico situado nas margens do Oceano Atlântico na África Ocidental. Com o amparo de figuras e diagramas, Fu-Kiau apresenta os ensinamentos, princípios, provérbios e a concepção de mundo que constituem esse sistema de pensamento,...
O livro Seleta de Acervo – Memorial Mãe Menininha do Gantois, idealizado por Carmem Oliveira da Silva e organizado por Raul Lody, é composto por cerca de 170 fotografias de ferramentas, indumentárias, adjás, abebés, fios de conta, leques, além de objetos pessoais da mãe de santo, registradas por Claudiomar Gonçalves no Memorial Mãe Menininha. Esta obra visa assegurar o registro e a preservação dos bens...
Em pleno governo Bolsonaro, a revista da Boitempo lança um número especial dedicado a enfrentar as articulações e tensões produtivas entre marxismo e lutas LGBT, para além da querela da ‘cortina de fumaça’.
Publicado originalmente em 1999 em forma de poema rimado e ilustrado, esta delicada obra chega ao país pelo selo Boitatá, apresentando às meninas brasileiras diferentes penteados e cortes de cabelo de forma positiva, alegre e elogiosa. Um livro para ser lido em voz alta, indicado para crianças a partir de três anos de idade – e também mães, irmãs, tias e avós – se orgulharem...
A história da África é muito maior do que aquilo que foi ensinado por anos. Este livro pretende explorar algumas dessas histórias, dando especial atenção para as sociedades africanas que estiveram diretamente relacionadas à história do Brasil. Porque conhecer um pouco melhor o continente africano é uma forma de entendermos melhor o mundo e a nós mesmos.
Um dos finalistas do prêmio Jabuti de 2020, este volume 42 traz contos de escritorxs de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais, Santa Catarina, Maranhão e Ceará. São histórias que permitem olhares diversos sobre assuntos como relações afetivas, memórias familiares, violência policial, o dia a dia nos quilombos, e muitos outros. Organizado por Márcio Barbosa e Esmeralda Ribeiro, este volume, como os outros...
O cafundó de que trata este livro é bem diferente: aqui se estuda uma comunidade rural negra formada nos tempos da escravidão e que sobrevive até hoje, mantendo praticamente a mesma estrutura. Situado nas proximidades de São Paulo, esse agrupamento fala uma “língua secreta”. Essa língua utiliza um léxico de origem banto – quibundo, em particular – e tem um papel estruturador de importância fundamental...
A escrita de Carol Adesewa é como um bálsamo para a nossa comunidade. Neste livro, os nossos bebês, ancestrais recém chegados ao Aiyê (palavra em Yorubá para terra e mundo) são embalados nas memórias que guiam a nossa tradição, uma tradição africana, que cuida, vibra, louva e celebra a infância. As ilustrações são de uma sensibilidade prodigiosa e nutrem em nosso Orí: Calma, leveza e...
A trança começou na minha vida ainda adolescente. Eu tinha certeza que esta arte de trançar, de entrelaçar, mudaria não só a minha vida como também outras vidas. As tranças são gomos de correntes que sai de dentro da gente para criar, para crescer, para liderar. A trança é um empoderamento aonde a mulher negra tem sua coroa ancestral. Negra Jhô
Tem Negro no Sul produzindo conhecimento por meio da literatura, do teatro, da música, escrevendo novos futuros, experiências e emoções. Tem Negro no Sul restituindo hoje às palavras o alcance do passado, o poder da dignidade sequestrada nos séculos Tem Negro no Sul fazendo voltar, restaurando ecos, afetos, rostos; assumindo-se no movimento de estar presente, dando mais Corpo Negro à memória neste mapa aberto que...
Matundê vivia uma rotina acolhedora. Todas as manhãs a mãe do menino o acordava com um beijo no rosto para que ele se alimentasse e se preparasse para ir à escola. Mas, o inesperado costuma ser o início de uma bela aventura nas tramas infantis. Matundê, nosso protagonista mirim, busca descobrir o que está havendo em seu mundo e, na ação de salvar quem ama,...
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