Duas irmãs, duas encruzilhadas: Antonia e Nereci, prisão e liberdade, Exu e Odoyá, caos e paz. Semelhantes? “antonia tranca o maxilar. nereci quer saber se a cobertura é de brigadeiro.” Do abandono parental às diferenças em suas vivências, elas tentam buscar a salvação em uma Salvador outra, quase irreal. Nereci, de acordo com uma personagem, é o orgulho da avó: “Não pegou barriga, não entrou...
Apresenta uma aventura da Fada Noite no Reino Encantado, conhecido pelos humanos como Parque Nacional da Chapada Diamantina, uma aventura cheia de ensinamentos sobre diversidades.
Mário Gusmão nasceu em 1928, na cidade de Cachoeira, no dia em que os terreiros baianos comemoram o grande orixá Ogum. Começou a vida como servente num presídio de Salvador. Mas a curiosidade pessoal e o estímulo da família fizeram com que se dedicasse aos estudos, atingindo os limites a que os jovens negros e pobres conseguiam chegar na época e indo mais além.
Este livro não é apenas o resultado de um prêmio literário – O 2o Prêmio Abolicionista Maria Firmina dos Reis (2023) – destinado a mulheres encarceradas. Este livro não é apenas a materialização de textos narrativos (testemunhos?) escritos por nossas irmãs sob a tortura (desculpa, “tutela”) do Estado Brasileiro. Este livro não é apenas o patuá precioso de uma aliança secular – subterrânea e invisível...
“CHICA É AMOR, e o amor transborda dela através do seu credo, que ela divide com a generosidade das almas que receberam o sagrado dom da esperança. E, como ela mesma afirma, em seu depoimento, que amor é religião e vice-versa, ela toda é uma afirmação do mistério, uma chama que arde calma, atraindo para seu halo as mariposas que amam e buscam a luz.”
O primeiro livro da Coleção Juristas Negras, A justiça é uma mulher negra já traz em seu próprio título um caráter disruptivo. Confrontar a branquitude e a epistemologia ocidental estabelecida no universo jurídico é um ato que, por si só, confere identidade singular à criação das autoras, Lívia Sant’Anna Vaz e Chiara Ramos. Trata-se de uma obra multidisciplinar que coloca em diálogo o Direito, a...
Adinkra – Sabedoria em símbolos africanos reúne os ideogramas da escrita da civilização asante, cujo povo habita o território que hoje chamamos de Gana. Em um universo filosófico e estético baseado no corpo humano, figuras de animais, plantas, astros e outros objetos, os desenhos incorporam, preservam e transmitem aspectos da história, filosofia, valores e normas socioculturais dessa rica cultura africana. O livro apresenta mais de...
“Ori” narra a busca de Beatriz Nascimento por seu corpo, sua imagem, seu território, seu quilombo. É a procura autorreferenciada, a libertação dos estigmas e da negrura no sentido fanoniano. O livro, organizado pelo professor, doutor Wagner Vinhas apresenta o roteiro do documentário que leva o mesmo nome dirigido por Raquel Gerber com textos e narração da saudosa historiadora, intelectual do movimento negro brasileiro, Maria...
O que é Intolerância religiosa? Como a raça foi pensada ao longo do tempo? Qual a diferença entre Branquitude e Branqueamento da população? O que é Teoria Racial Crítica? Quais os tipos de Ações afirmativas? Qual é a relação entre Biopolítica e Necropolítica? Por que é correto chamar Indígena e errado chamar de índio? Essas são algumas das questões que você, leitor, saberá ao ler...
Nas palavras da coordenadora da coleção, Maria Dolores Sosin Rodriguez: “Os contos e fábulas aqui traduzidos são histórias de domínio público do nosso povo e trazem a ironia, o deboche, o dichote e outras características nossas. Talvez, você já os tenha escutado de outro jeito: na voz da sua avó, da sua mãe, de uma autoridade mais velha da sua comunidade, de seu bairro ou...
Será que as mães viram estrelas? é um livro que surgiu da necessidade de contar sobre o processo de luto de muitas crianças, em especial da minha mãe. Uma história que passeia pelo universo de duas crianças que aguardam a chegada da mãe e descobrem que algo muito estranho acontece em volta da sua casa.
Crítica e propositiva, bell hooks defende uma revolução feminista que transcenda reformas, com enfrentamento das ideologias do sexismo, do racismo e do capitalismo, entre outras. Defender o feminismo é não admitir qualquer tipo de opressão sobre (ou entre) mulheres. É considerar homens como potenciais opressores, mas também potenciais camaradas na luta. Em linguagem acessível, a autora faz críticas aos problemas ainda atuais do feminismo, que...
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