"Das cores do silêncio", primeiro lugar do Prêmio Arquivo Nacional de Pesquisa no ano de 1993, foi publicado pelo Arquivo Nacional em 1995, com uma segunda edição em 1998. O livro lançou novo olhar sobre a trama e o drama da Abolição e do Pós-Abolição, tendo por foco as aspirações de liberdade da última geração de africanos escravizados nas lavouras cafeeiras do Sudeste e de seus descendentes diretos. As fronteiras fluidas entre escravidão e liberdade, examinadas quase ao microscópio no trabalho, iluminam um processo específico de racialização pelo avesso, associado às primeiras definições do cidadão brasileiro como portador de direitos civis e políticos. Das cores do silêncio foi pioneiro em destacar o silêncio na documentação pública sobre as cores dos brasileiros livres afrodescendentes, prevalecente desde meados do século XIX. A nova edição vem acrescida de um posfácio, que busca refletir sobre a atualidade do livro para as discussões em curso hoje, no Brasil, sobre esquecimento, silêncio e memória da escravidão.Editora: UnicampAno: 2013Idioma: PortuguêsISBN: 8526810294Dimensões : 22.8 x 16 x 2 cmDescrição: 384 páginas
Ganhador do Prêmio Literário Biblioteca Nacional de 2019, categoria conto, Um Exu em Nova York, é o 13º livro de Cidinha da Silva (@cidinhadasilvaescritora). Um livro singular, trazendo temáticas relevantes e atuais e misturada com tradições e ancestralidades. Cidinha consegue captar o leitor do início ao fim, nos levando a lugares ainda não conhecidos e transformando as nossas vivências singulares em coletivas, sempre com enfoque...
A importância de Lima Barreto (1881-1922) na literatura brasileira tem sido objeto de sucessivas reavaliações. A oralidade despojada de seus textos e o tom memorialista e de crônica jornalística foram duramente criticados por contemporâneos como José Verissimo e, ao mesmo tempo, serviram de atrativo para as vanguardas modernistas. Embora tenha morrido cedo, aos 41 anos, Lima Barreto deixou uma importante produção de romances, crônicas e...
Dezoito artigos sobre a construção da identidade e políticas públicas para afrodescendentes, relação entre a Academia e a militância negra e afirmação cultural negra.
A autora inicia o debate sobre as formas e o modo como o racismo ocorre em nosso país, como se encontra “dissimulado” em atitudes e costumes de nossa sociedade.
Ardendo como lenha, dormindo esquecida no espelho qual bela adormecida, atirada como ossos aos cães – a palavra ecoa fortemente neste novo livro de Maurício de Macedo. É dela, sob as mais diversas facetas, vestida em metáforas – ou da luta entre a sua urgência e a força do silêncio – que se alimenta sua poesia. Lançando um olhar agudo sobre o mundo, o poeta...
Cruz e Sousa é singular em termos étnicos e existenciais. Isto é deixado bem claro por Uelinton Farias desde o começo do texto, ao caracterizá-lo como “negro retinto”, de origem banta, sem qualquer mescla de sangue europeu, logo “diverso em origem de muitos homens negros que lhe seriam contemporâneos, entre os quais Machado de Assis, José do Patrocínio, Luiz Gama, Ferreira de Araújo, Olavo Bilac,...
Nele encontramos temas diversos no limite entre ativismos e produções acadêmicas, o que torna a leitura instigante e provocadora. As autorias são assinadas por acadêmicos de campos de conhecimento dos mais variados.
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