Em A última tragédia, o autor situa a saga da jovem Ndani, suposta hospedeira de azar, como no período anterior à independência da Guiné, retratando habilmente o cotidiano da capital e do interior de seu país.
A autora problematiza arqueologicamente a Enseada de Água de Meninos (Salvador/Bahia) como uma paisagem sagrada, composta por camadas de significados materiais e intangíveis, devido à presença submersa de uma estrutura de ferro atribuída a Exu. O livro discute a presença intencional da estrutura religiosa ao fundo da Enseada, configurando esse espaço como um sítio histórico, permitindo pensar sobre os processos de apropriação religiosa da paisagem,...
A pedagogia Hip-Hop: consciência, resistência e saberes em luta, permite-nos reescrever a história sobre a população negra de forma criativa. Caracteriza-se pelo conjunto de experiências relacionadas às histórias e às práticas culturais que nos foram negadas com base nas atividades realizadas a partir dos elementos que formaram a cultura Hip-Hop – Breaking, Graffiti, DJ, MC, funcionando como disparadores de conhecimentos para que os jovens (re)elaborem...
A obra é um livro múltiplo, feito por muitas mãos e aberto a muitas vozes, tendo Ritinha da Bahia como seu pivô. É a partir dela que uma nova genealogia da capoeira (feminista, horizontal e insurgente) pode ser vislumbrada em toda sua potência. Ao longo dos capítulos, Ritinha inspira os escritos das autoras em múltiplas dimensões, desde a mais tradicional – o resgate da história...
Os textos que compõem este livro fazem uma crítica profunda aos mecanismos resultantes do racismo e do sexismo que, historicamente, inviabilizaram a presença da produção intelectual ou do pensamento de mulheres negras ( principalmente as que ousaram sair da cozinha, das bacias de roupas, da zona rural, das periferias e dos lixões), confinando-as ao lugar de subalternidade.Editora: NandyalaAno: 2018Idioma: PortuguêsISBN: 9788583580485Dimensões : 21 x 14 x 2cmDescrição: 207 páginas - brochura
Cativeiro: Antinegritude e Ancestralidade busca responder à pergunta: o que significa a negritude em um mundo anti-negro? Pretender fazer isso em diálogo com alguns contextos etnográficos e objetos de cultura, incluindo obras de arte, e mobilizando duas tradições críticas da diáspora africana, o pensamento afro-brasileiro da ancestralidade e o afropessimismo norte-americano. Dessa forma, o pagode baiano, a tipologia racial de Albert Eckhout e as Mãos de Epô de Ayrson Heráclito, narrativas autobiográficas escravas, a mostra O Corpo e A Luta de audiovisual negro no CachoeiraDoc, a economia política da escravidão, as performaces do Mardi Gras e do Nego Fugido na cena da objeção, e outros temas, são discutidos tendo em mente essa conversação.Editora:Segundo seloAno: 2021Idioma: PortuguêsDescrição: 298 Pag
Amor sem miséria! É o que queremos desde sempre. Mais do que o que queremos. É o que merecemos. Amor à mão cheia. Mas não é o amor dos poetas românticos do Século XIX. É o amor de “Vivendo de Amor”, de bell hooks. O amor que cura. O amor que reconhece as razões e os porquês de termos mais aprendido o desamor por nós mesmxs, do que a elevação de nossa autoestima. Um amor que se inaugura, desde sempre, primeiro pelo cultivo irrestrito ao amor por si, para só num depois desembocar num amor pelxs outrxs e pelo mundo. Amor sem miséria, em bom baianês, é nada mais que a difícil plenitude a que historicamente temos buscado e da qual a escravização nos afastou. Ler as “texturas” de Milsoul Santos nos mostra um poeta atento fortemente às demandas de uma contemporaneidade que marca a dilaceração dos gêneros textuais (?!?!) ou sua hibridização (?!?!) Ninguém mais sabe mesmo o que é um conto, um poema, uma crônica, uma canção. Está tudo junto misturado. Chamar essas escritas poéticas de textura é por demais acertado, porque, as lendo, dá vontade é de tocá-las, de senti- las, de cheirá-las. E isso é sensorial. Sensorial, não. Mais do que isso: é sensual; é atraente.Editora: CICLO CONTÍNUO EDITORIALAno: 2019Idioma: PortuguêsISBN: 9786580196005Dimensões : 21 x 14 x 1Descrição: 88 páginas - brochura
Esta reflexão proposta pelo Prof. Erisvaldo colabora significativamente com o Plano Nacional de Implementação da Lei 10.639/2003. Se, por um lado, a obra esclarece, fundamenta e incentiva o/a professor/a ao diálogo corajoso com a diversidade cultural brasileira, por outro lado, e linguagem clara e didática, introduz o/a leitor/a ao universo das religiões de matrizes africanas, como ferramenta para o necessário encontro entre os processos de formação de professores e o efetivo respeito às diferenças. …Editora: NandyalaIdioma: PortuguêsISBN: 8583580189
"As falas da aranha", obra do professor, pesquisador e escritor afro-mineiro Edimilson de Almeida Pereira, contém poemas com linguagem gostosa e divertida para crianças, com elevada sensibilidade estética que toca leitoras e leitores de qualquer faixa etária. Baseado nas performances da aranha ("Ananse", na tradição oral de Gana) e ilustrado pelo renomado artista afro-mineiro Rubem Filho, o livro destaca dois momentos: a infância e o avesso das coisas no cotidiano infantil.Editora: NandyalaAno: 2009Idioma: PortuguêsISBN: 978856119119-1Dimensões : 21x22cmDescrição: 40 páginas - brochura
Igbo e as princesas é um livro de fantasia muito envolvente, cheio de magia e potência. A história nos transporta à Nigéria, em um reino próspero e muito tranquilo que em uma certa época sofreu com uma chuva excessiva, seguida de uma seca e escassez de caça. Reunidos, o Rei Jaha e os seus ministros de assuntos ambientais e econômicos, foram aconselhados pelo ministro de assuntos místicos a ir ao encontro do grande Ifá Oráculo e saber o que ocorreu com o reino encantado. Ouvindo a sua amada Rainha, o Rei e os ministros partiram para a floresta encantada. De volta ao Reino, a Rainha e o Rei tiveram duas meninas, suas Ibejes, o que anteriormente não era possível e assim, o equilíbrio do clima voltou a ser como antes. Anos passados, as Ibejes começaram a receber muitas propostas de casamento, mas o Rei anunciou algo inusitado. Nada seria tão fácil. Essa história não acaba por aqui, muita aventura ainda acontecerá e conheceremos um rapaz cheio de fé, coragem, determinação, humildade e respeito. Recheada de mistério, a história nos mostra a força do povo Igbo, o respeito pela família, o respeito pela natureza, o respeito aos compromissos, além de nos envolver com a identidade africana que é uma referência muito importante para as crianças. Um livro para ser lido em família ou nas escolas ou por quem se interessar por esse mundo encantado. O livro Igbo e as princesas é de autoria de Marcos Cajé, mestre em História da África, da Diáspora e dos Povos Indígenas, e tem ilustrações de Iara F. Lindback. Tem um total de 28 páginas escritas em letra de imprensa.Editora:Ereginga Educaçao EditoraAno: 2020Idioma: PortuguêsISBN: 978-6500076196Dimensões : 19.6 x 20.4 x 1.4 cmDescrição: 28 páginas - brochura
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